Coruja

Esta ave de hábitos noturnos para muitos povos simboliza conhecimento e sabedoria por sua capacidade de enxergar através da escuridão, vendo o que os outros não veem.

Enquanto os demais dormem, ela fica acordada vigilante e atenta a tudo que ocorre a sua volta, além disso, consegue girar seu pescoço em até 270° para observar ao seu redor, permanecendo com o restante do corpo sem o menor movimento. A grande capacidade de visão e audição torna a coruja exímia caçadora e devido a estas características ela representa, em muitas culturas, uma poderosa e profunda conhecedora do oculto.

Sua imagem também está ligada a reflexão, conhecimento racional e intuitivo. Uma tradição antiga dizia que quem comesse sua carne adquiriria os dons de previsão e clarividência, mostrando poderes divinatórios.

Esfinge

A esfinge é uma figura mitológica, usualmente apresentada com o corpo de leão e cabeça de humano, uma de suas funções era a demonstração de poder, assim como as pirâmides do Egito, mas também pode trazer uma representação de vaidade destrutiva. Alguns dizem que esta figura foi criada no Egito, entretanto historiadores afirmam que ela teria sido importada da cultura grega.

No Egito, agachadas e tranquilas, transmitindo certeza em sua serenidade, são guardiãs das entradas proibidas, dos templos e das múmias reais, se apresentam como leões divinos e teriam cabeças de faraós, representando uma força soberana, impiedosa com os rebeldes e protetora dos bons.

Sonhos, uma linha direta com o inconsciente

Os sonhos têm grande destaque desde a antiguidade. Os vários povos já usavam essa ferramenta de alguma forma, inclusive como poderes premonitórios, mas só em 1900, com a publicação de “Interpretação de Sonhos”, escrito por Sigmund Freud, pai da psicanálise, que esse assunto ganhou um cunho mais científico.

Naquele livro, extremamente polêmico para a época, Freud segue um caminho completamente novo, definindo o conteúdo do sonho como realização dos desejos. Para ele, no enredo há um sentido visível considerado uma fachada, e um sentido latente que é o significado, e é este que realmente importa.

Os Símbolos e suas Aplicações

Em todas as culturas temos símbolos representativos sendo usados das mais diversas formas, incluindo proteção, ligação com o Sagrado e Divino, afinidade pessoal com uma determinada linha entre outras coisas.

Mesmo em nossa cultura não é difícil perceber as pessoas usando uma corrente com um Crucifixo, um Om*, uma Cruz de Ansata** ou um Pentagrama, para citar apenas alguns. Também vemos adesivos nos carros com as mais diversas representações simbólicas e os que desejam se “associar” aos símbolos de maneira mais intensa chegam a tatuá-los no próprio corpo.

Os símbolos não resolvem tudo magicamente, mas ajudam. E de que forma eles ajudam?

Para respondermos essa pergunta é necessário abordarmos um outro conceito conhecido como Egrégora.